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Homenageados

Homenageados
Paulo Machado
Paulo Machado
Patrono Geral da 24ª Edição

Paulo Machado

Poeta, Cronista e Advogado Teresinense

O grande homenageado e patrono do SALIPI 2026 (24ª edição do Salão do Livro do Piauí) é o poeta, cronista e advogado teresinense Paulo Machado. Nascido em Teresina, ele teve uma atuação marcante na cena cultural piauiense a partir da década de 1970, participando ativamente da “Geração Mimeógrafo” e editando jornais alternativos importantes, como o Zero e o Chapada do Corisco. Sua obra une a poesia urbana à crítica social e à memória regional.

Principais Obras

As Trilhas da Morte (Ensaio Histórico, 2002)
Tá Pronto, Seu Lobo? (Poemas, 1978)
A Paz do Pântano (Poemas, 1982)
Post Card (Poemas, 1992)

Homenagens Centenárias

Cony
Carlos Heitor Cony
Centenário

Carlos Heitor Cony

1926 – 2018

Jornalista e escritor carioca, Cony foi um dos nomes mais combativos da imprensa brasileira e um mestre do romance contemporâneo. Sua escrita aliava um ceticismo agudo a uma profunda sensibilidade humana. Membro da ABL, deixou clássicos como Quase Memória e crônicas inesquecíveis que registraram as contradições do Brasil.

Paes
José Paulo Paes
Centenário

José Paulo Paes

1926 – 1998

Poeta, tradutor, ensaísta e crítico literário paulista, foi um artesão das palavras. Destacou-se pela poesia concreta e satírica e seu brilhante trabalho na literatura infantojuvenil. Como tradutor de alto nível, trouxe ao português obras clássicas da literatura grega, inglesa e alemã, expandindo a cultura nacional.

APL
R. N. Monteiro de Santana
Centenário

R. N. Monteiro de Santana

1926 – 2021

Raimundo Nonato Monteiro de Santana é uma das mentes mais brilhantes e longevas da historiografia e jornalismo do Piauí. Membro destacado da Academia Piauiense de Letras (APL), dedicou décadas à preservação da memória local e à análise crítica social do estado, servindo como alicerce cultural piauiense.

Paulo Machado.

O grande homenageado e patrono do SALIPI 2026 (23ª edição do Salão do Livro do Piauí) é o poeta, cronista e advogado teresinense Paulo Machado.

Nascido em Teresina, ele teve uma atuação marcante na cena cultural piauiense a partir da década de 1970, participando ativamente da “Geração Mimeógrafo” e editando jornais alternativos importantes, como o Zero e o Chapada do Corisco. Sua obra une a poesia urbana à crítica social e à memória regional.

Principais Obras do Homenageado:

  • As Trilhas da Morte (Ensaio histórico sobre o extermínio de povos indígenas no Piauí, 2002)
  • Tá Pronto, Seu Lobo? (Poemas, 1978)
  • A Paz do Pântano (Poemas, 1982)
  • Post Card (Poemas, 1992)

Carlos Heitor Cony (1926–2018)

Jornalista e escritor carioca, Cony foi um dos nomes mais combativos da imprensa brasileira e um mestre do romance contemporâneo. Sua escrita aliava um ceticismo agudo a uma profunda sensibilidade humana. Membro da Academia Brasileira de Letras, deixou clássicos como Quase Memória e Antes o Verão, além de crônicas inesquecíveis que registraram as contradições do Brasil com ironia refinada e coragem política.

José Paulo Paes (1926–1998)

Poeta, tradutor, ensaísta e crítico literário paulista, Paes foi um verdadeiro artesão das palavras. Destacou-se tanto pela poesia concreta e satírica quanto pelo seu brilhante trabalho na literatura infantojuvenil, aproximando os jovens da poesia com leveza e humor. Como tradutor, trouxe para a língua portuguesa obras fundamentais da literatura grega, inglesa e alemã, expandindo os horizontes culturais do país.

R. N. Monteiro de Santana (1926–2021)

Raimundo Nonato Monteiro de Santana é uma das mentes mais brilhantes e longevas da historiografia e do jornalismo piauiense. Membro destacado da Academia Piauiense de Letras (cadeira nº 2), o intelectual dedicou décadas à preservação da memória local e à análise crítica da evolução política e social do estado. Sua vasta contribuição em artigos de opinião, crônicas e ensaios históricos serve como alicerce indispensável para a compreensão da identidade cultural do Piauí.

Unir essas três trajetórias em uma celebração centenária é um reflexo do espírito do SaLiPi: conectar a força da literatura nacional à riqueza do pensamento regional, mostrando que a palavra escrita é o fio condutor que vence o tempo.

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Assistente Virtual SaLiPi 2026